segunda-feira, dezembro 5

Carreira do Chora


Aqui está uma Carreira do Chora, a empresa de Viação Eduardo Jorge, da Venda Nova - Amadora.
Apesar de estar um bocado descorada, não é das mais antigas, mas ainda tinha a grelha para a bagagem no tejadilho e a respectiva escada de acesso na rectaguarda, onde alguns putos andavam por vezes na pendura.


Fanei de um sítio sobre transportes antigos, cujo endereço não tomei nota para agradecer como deveria ser, ao autor. Mas, obrigado na mesma.

6 Comentários:

Anonymous Anónimo disse...

Nesta carreira era de andar e chorar por mais, até davam lenços quando o pessoal entrava para limparem as lágrimas.Também não se devia comer senão era de enjoar e chorar por mais.A esta hora a Cristina está a sonhar com as azenhas e a chorar por mais.O gigi a dormir e chorar por mais.e eu a Maria a escrever tolices e o pessoal a pedir MAIS.BEIJINHOS

05/12/05, 02:07  
Blogger O Bicho disse...

Voltei, estive a tratar de uns post para o blog dos desabafos, por enquanto, poéticos.

05/12/05, 02:15  
Anonymous Anónimo disse...

Fiz muitas viagens de borla (de BENFICA Á Porcalhota)na carreira Nº83,pendurado nas escadas da trazeira.
FORÇA GIGI,APERTA CONTIGO,O BLOG,NÃO PODE PARAR.
Marcelo

05/12/05, 14:41  
Anonymous Anónimo disse...

Para a história da PORCALHOTA:
Nos anos sessenta e tal andava eu a estudar á noite na Escola Afonso Domingues em Marvila.Saia da escola pelas 23h apanhava o eléctrico que vinha do Poço do Bispo até á Praça do Chile.Aí enquanto aguerdava que chegasse o eléctrico que me iria levar até Benfica ia a uma tasca chamada Cova Funda que ainda lá existe e bebia uma taça de vinho verde com uma sandes de leitão e entretanto chegava o eléctrico e lá ia na "madorna "até Benfica onde me aguardava uma desssas camionetas do CHORA que estava sempre a trabalhar e ás vezes quando ela se ia abaixo tinham que ser os próprios passageiros meio ensonados a ter que a empurrar até ela pegar e lá iamos alegremente até á PORCALHOTA. Isto quando não havia cheia em frente ao laboratório Vitória e ela não passava e então tinha_se que vir á " PATA GALHARDA" vulgo a penantes ,até chegarmos a casa.

Nessa altura tinha 15 anos estudava á noite e trabalhava durante o dia.
Isto é que era vida.
Tempos....

JOGOBO

05/12/05, 20:15  
Anonymous Anónimo disse...

Também andei pendurado naquela escadaria mágica que desafiava a irreverência da miudagem. Passámos a juventude à pendura, para não falar de quando íamos a pé até à praia da Torre e só demorávamos 5 horas.
Quis o destino que eu viesse a viver, no preciso lugar, onde outrora essas camionetas repousavam, em tempos de quietude.
Quim

05/12/05, 22:50  
Anonymous Anónimo disse...

O meu Pai foi toda a vida profissional, mecânico no "Eduardo Jorge". Agora é porteiro na SF(AS)RAA, mais o Fernando Matias - aquele da peça de teatro "Maria Fiteira".
Rui Salvador

06/12/05, 10:53  

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