quarta-feira, maio 26

Borlas (2)

Lezíria da Azambuja


Por aqui, já passei a pé, de barco, de automóvel, de autocarro, até de motorizada “Cociolo” - desta feita fui de bicicleta.
Porque, aos dias de semana, depois das 10h da manhã, se pode transportar a bicicleta nos comboios das redes urbanas.
E lá fomos, eu (por 2,80€) e a bicicleta (de borla) de viagem até à última estação da linha da Azambuja.


Mais ou menos 1:40H para ler em pormenor (até os horóscopos) os jornais diários gratuitos, fazer ginástica mental com o antigo hábito/mania de resolver as palavras cruzadas, ouvir a música seleccionada que levo no MP3 e, sem pensar na p... da vida, deixar a vista pousar nos instantâneos voláteis da paisagem que vai passando pela janela do lado Tejo, sobretudo para lá da estação de Braço-de-Prata.


Depois, vai de pedalar pela “Estada da Lezíria” em direcção a Valada.
Na praia, um intervalo para despachar uma cervejola e uma sandes de torresmos.
Ainda dá tempo para seguir a margem um pouco mais longe, até à Ponte do Setil.
Atravessar para Muge, na outra banda do Tejo, é que já não dá. Fica para a próxima voltinha, pois há que fazer o caminho - mais difícil - de regresso à estação.
E então, pedalar contra-relógio e contra o vento, deu em contratempo:
- a bicicleta ficou (guardada) na Azambuja, porque depois das 16:00H já não tem lugar no comboio.

(texto provisório)

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