domingo, maio 30

podia ser melhor

Cada vez gosto mais de percorrer os campos do Alentejo.
Mas percorrer com um intuito, alcançar, no fim do caminho um lugar para ficar. Andar a pé pelas ruas, comer e beber e dormir. Descansar em sossego, com a sensação de estar finalmente em casa.
É fantástica a hospitalidade alentejana.
Se podesse escolher um lugar para viver o resto dos meus dias, em paz comigo e com a nossa terra, seria certamente numa aldeia, vila ou cidade do Alentejo interior.
É aqui, sobretudo na paisagem urbana destas terras, que encontro "o meu" Portugal.

Todavia, há uma coisa que eu posso criticar e aproveitar para pedir uma solução:

«Não entendo porque é que ninguém se preocupa com a proliferação de elementos estranhos à arquitectura de lugares interessantes, turísticos ou não, como é o caso aqui desta esquina da magnífica Praça central de Elvas.
A mim, faz-me imensa confusão à vista, as carradas de fios e cabos que o pessoal das empresas de elctricidade, comunicações e televisão, consegue estender ao longo das fachadas de seja qual for o edifício e pendurar sobre toda e qualquer rua.
Às vezes até parece que fazem questão, que é propositado - será que é para mostrar serviço?»

Não haverá entre os MUITOS SERVIÇOS MUNICIPAIS das Autarquias, um departamento que fiscalize e arranje forma de resolver este assunto?
Uma norma, um edital, uma solução, eu sei lá... um acordo com as empresas de distribuição, nem que seja o compromisso de utilizar cabos de outra cor (creme) - porque os há - e depois remover aqueles outros que já não servem para nada - quiça, a maioria deles.

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