segunda-feira, março 26

Arquitecturas 32


Esquecido do tempo e perdido no espaço.
Pedalei à toa, na boa, devagar, subindo o Tejo, marginal a fora, até ao fim da cidade oriental.
Aí, junto à foz do Rio Trancão, impossível de atravessar, dei meia volta e...
"pronto, chega, vou regressar."
Ao chegar à Estação do Oriente, apercebo-me que
"já é um bocado tarde!!!"
"Xiça, esqueci-me de acertar o relógio da bicicleta para a Hora de Verão."
"Será que ainda há comboios para Sintra?"
"Se não houver, como é que eu vou para casa?"
Já magicava uma possibilidade de atirar com a bicicleta para dentro do quintal do meu afilhado Nani (que vive ali perto), para depois voltar no Metropolitano, quando, enfim tive sorte. Apanhei o último comboio.

0 Comentários:

Enviar um comentário

Subscrever Enviar feedback [Atom]

<< Página inicial