terça-feira, novembro 18

rosa-dos-ventos


Só hoje (Nov. 2008) quem diria, eu entrei, pela primeira vez, no Padrão dos Descobrimentos, especialmente para subir ao terraço no topo do monumento, onde se tem uma visão global desta Rosa-dos-Ventos que, em 1960, a República da Africa do Sul, ofereceu a Lisboa.

Como se pode depreender por esta imagem, estima-se em cerca de um milhão de pisadelas por ano, que contribuem para o progressivo desgaste dos 50 metros de diâmetro do piso deste mosaico gigante, composto por um puzzle de vários tipos de mármore - alguns raros - que em certos pontos já tiveram que ser totalmente restaurados. Imaginem que até há quem goste de levar uma pedrinha como souvenir para casa!

Perante isto, os símbolos patentes no mosaico têm sido degradados, sobretudo os que se encontram no planisfério no centro da rosa-dos-ventos, a parte mais danificada. Assim, houve caravelas e naus completamente destruídas, sereias incompletas, rotas dos descobrimentos interrompidas e países destroçados, que tiveram que ser reconstituídos, na última grande reparação, em 2007.

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